Ainda sobre François Truffaut, em 2009 marca 25 anos da morte do cineasta que revolucionou a história do cinema francês. Quem mora próximo à Porto Alegre tem a oportunidade de conferir a mostra: François Truffaut: o homem que amava o cinema. O ciclo apresenta um curta e todos os 21 longas do diretor. O evento acontece na Sala Redenção, e o melhor : a entrada é franca. Então aproveite!!!
Mais informações: http://www.difusaocultural.ufrgs.br/
A sala de redenção fica na Avenida Engenheiro Luiz Englert, no Campus Centro da UFRGS.
Os incompreendidos (França, 1959, 100 min)
01 de outubro - 16h
O tiro no pianista (França, 1960, 97 min)
01 de outubro - 19h
02 de outubro - 16h
Jules e Jim - uma mulher para dois (França, 1961, 105 min) de François Truffaut
02 de outubro - 19h
03 de outubro - 16h
Fahrenheit 451 (EUA, 1966, 112 min)
03 de outubro - 19h
05 de outubro - 16h
Um só pecado (França, 1964, 113 min)
05 de outubro - 19h
06 de outubro - 16h
A noiva estava de preto (França, 1967, 108 min)
06 de outubro - 19h
08 de outubro - 16h
A sereia do Mississipi (França, 1969, 123 min)
08 de outubro - 19h
09 de outubro - 16h
Amor aos 20 anos (França, 1962, 30 min) e Beijos Proibidos (França, 1970, 90 min)
09 de outubro - 19h
As duas inglesas e o amor (França, 1971, 129 min)
12 de outubro - 16h
13 de outubro - 19h
O garoto selvagem (França, 1970, 83 min)
13 de outubro - 16h
29 de outubro - 19h
Uma jovem tão bela como eu (França, 1972, 98 min)
14 de outubro - 16h
A noite americana (França, 1973, 116 min)
15 de outubro - 16h
30 de outubro - 19h
A história de Adèle H. (França, 1975, 94 min)
15 de outubro - 19h
29 de outubro - 16h
Na idade da inocência (França, 1976, 102 min)
16 de outubro - 16h
30 de outubro - 16h
O homem que amava as mulheres (França, 1977, 118 min)
16 de outubro - 19h
19 de outubro - 16h
O quarto verde (França, 1978, 94 min)
19 de outubro - 19h
O amor em fuga (França, 1979, 95 min)
26 de outubro - 16h
O último metrô (França, 1980, 127 min)
26 de outubro - 19h
A mulher do lado (França, 1981, 101 min)
27 de outubro - 16h
28 de outubro - 19h
De repente, num domingo (França, 1983, 111 min)
27 de outubro - 19h
28 de outubro - 16h
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
''Jules et Jim'' (e Truffaut)
Fui apresentada á truffaut por Bernardo Bertolucci. Isso aconteceu através de um dos meus filmes favoritos: ''The dreamers'' (''Os sonhadores'', Itália, 2003), que faz um remake sobre a obra prima do francês: ''Jules et Jim'', e envolve mais cenas de outros tantos filmes.
Quem já assistiu a produção francesa nunca esquecerá a cena marcante da musa Jeanne Moreau cantando com a maior naturalidade ''Le tourbillon de la vie''. E a famosa cena dos três amigos apostando uma corrida sobre uma ponte, ( lembrada no longa do italiano Bertolucci).
A elogiadíssima produção de Fraiçois Truffaut traduzida como ''Jules e Jim: uma mulher para dois'' marca o início de uma era no cinema: a nouvelle vague, movimento iniciado pelo genial diretor, nascido em Paris em 1932. O que impressiona em filmes assim é a maturidade dos atores. Não vemos adolescentes ou jovens talentos (refiro-me ao pessoal com menos de trinta anos), o elenco era marcado por gente experiente mesmo.
George Deleure, grande colaborador para o movimento nouvelle vague, é responsável pela trilha sonora que caracteriza ainda mais o filme, que a bela Jeanne canta em determinado momento, e que acompanha a história interpretada ainda por Henri Serre e Óscar Werner, conceituado ator europeu.
A película é baseada no livro que retrata o verdadeiro ''menage à trois'', e no sentido francês da palavra: um relacionamento a três (não apenas sexual,mas emocional também). Em pleno pós-guerra, em meio à Belle époque, três pessoas compartilham as mesmas dúvidas existenciais, o amor e a amizade, sem adotar o estilo cliché, mas mostrando que a vida é marcada por encontros, despedidas, reencontros e esperanças renovadas.
A película é baseada no livro que retrata o verdadeiro ''menage à trois'', e no sentido francês da palavra: um relacionamento a três (não apenas sexual,mas emocional também). Em pleno pós-guerra, em meio à Belle époque, três pessoas compartilham as mesmas dúvidas existenciais, o amor e a amizade, sem adotar o estilo cliché, mas mostrando que a vida é marcada por encontros, despedidas, reencontros e esperanças renovadas.
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